Grave sim, greve não

Em primeiro lugar não existiu greve, muito menos geral.
O que ocorreu foi uma paralização dos transportes em função da coação das centrais sindicais.
Ninguém queria uma greve numa sexta-feira emendando o feriado da segunda.
Meia dúzia de vândalos queriam chamar a atenção depredando patrimônio público querendo mostrar poder, mas só se comportaram como crianças mimadas e chiliquentas.
A população tentou ir ao trabalho e se virou como dava. Alguns até dormiram no emprego para evitar a baderna, rolou uma carona coletiva para fazer o pessoal trabalhar e as empresas disponibilizaram transporte a funcionários indispensáveis pois ela tem compromisso comercial e logístico com o seus clientes. Na hora que você quer qualidade do produto ou serviço não existe greve né?
O lado bom dessa “greve geral” é que uniu mais ainda as pessoas cansadas dessa palhaçada de seres com bandeiras vermelhas que acham que ainda comandam o país.
Em segundo lugar, a greve foi inconstitucional pois é necessário que exista aviso à sociedade com concordância mútua e não com uma imposição totalitária. Não existiu protesto, ocorreram sim atos de vandalismo, agressão a trabalhadores de verdade que simplesmente não podem perder o dia de trabalho pois do contrário faltará arroz na mesa.
Isso sem falar que foi orquestrado pelo Partido dos Trabalhadores com a clara intenção de difamar um governo do qual foi eleito junto com eles. Ou seja, sem sentido algum.
Uma greve deve prezar pelo protesto desde que não seja político, e no caso era político. Contra as reformas mas disfarçadamente um palanque para a pré candidatura de Lula em 2018.
Em terceiro lugar, a desculpa: a reforma trabalhista!
A CLT é um instrumento claro de atraso social, economico e financeiro do país. Impedindo o empreendedorismo e que é fonte de renda. É necessário gerar empregos e para isso as empresas precisam de empregados que somem e não que só cobrem a parte deles. O governo idem.
O imposto sindical foi criado por Getúlio Vargas, que era comunista, para que o estado tenha o controle da informação das empresas. Ou seja espiões de qualidade. Essa era a filosofia conspiratória. Hoje temos Inmetro e Procon, então o sindicato não cumpre a não ser uma função parasitária no mercado de trabalho.

Logo, quem faz greve não quer melhoria, quer conforto egoísta. A empresa em que você trabalha é sensacional, ela te dá a oportunidade de você por comida na mesa. Se não está satisfeito, procure outro emprego ou tente a loucura de virar empresário. Essa última opção recomendo pois aí vai entender como esse país precisa de uma reforma radical trabalhista, da seguinte forma: produziu ganhou, não produziu não ganhou.
Simples!

Ontem li cada idiotice de gente que nem sabe o que fala que parti para o bloqueio geral.

#eutrabalho

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